O que é varanda gourmet?

1 jun

A palavra gourmet tem ascendência francesa e o seu significado original designava os bons apreciadores de vinho, os verdadeiros conhecedores. Atualmente já faz parte do vocabulário português e alargou o seu âmbito a tudo o que se relaciona com os prazeres da mesa, sempre na perspectiva da autenticidade e da qualidade.

A varanda ampla se tornou uma extensão da sala e também da cozinha. Quando tem equipamentos (a moda é ir além da churrasqueira) como cooktop, forno, bar é um espaço destinado a apreciação de uma boa comida e bebida, com uma tendencia brasileira de acontecer ao ar livre decorrente do nosso clima tropical.é chamada de varanda gourmet.

 

 

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Revista Plus Imóveis Online! Confira algumas oportunidades exclusivas!

29 mai

Revista Plus Imóveis

Linhas de financiamento para fazer reforma a prazo

28 mai

Compare as linhas de financiamento para reforma da Caixa, do Banco do Brasil, do Santander e do Itaú, saiba como funciona e descubra de vale a pena.

Recorrer a uma linha de financiamento de reforma é uma opção menos onerosa do que entrar no cheque especial ou estourar o cartão de crédito. E essas modalidades de empréstimo vêm aumentando nos últimos anos. No mês passado, o Conselho Consultor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) anunciou uma nova forma de crédito, que permite o uso do recurso até então destinado apenas à compra do imóvel. A nova linha, disponível para intervenções que custem até R$ 20 mil, não exige renda mínima (nem estabelece renda máxima), apenas a comprovação de vínculo empregatício ativo, condição para ser cotista do FGTS – em outras palavras, ter uma conta no fundo.

 

* Correntistas com renda mensal maior que R$ 2 790 têm até 360 meses para quitar a dívida.

Como funciona?

 Além das reformas, o empréstimo pode financiar ampliações, construções e alguns casos específicos, como instalação de hidrômetros de medição individual e implantação de sistemas de aquecimento solar e de outros itens que aumentem a acessibilidade, o desenvolvimento sustentável ou a preservação do meio ambiente (desde que comprovadamente). O pedido de financiamento independe do saldo na conta individual: desconta-se da aplicação conjunta do fundo, não da conta pessoal. O débito das parcelas ocorre diretamente do fundo durante, no máximo, dez anos. Os juros são de 12% ao ano, e a amortização é calculada pela Tabela Price, índice que normalmente regula as linhas de empréstimos do tipo – como outra modalidade da própria Caixa Econômica Federal, que, além disso, leva em conta a renda dos proponentes para estabelecer o cálculo dos juros (compare as taxas das linhas já existentes na tabela acima).\

Vale a pena?

A resolução que estabelece a nova possibilidade de empréstimo foi publicada no dia 13 de janeiro no Diário Oficial da União. Isso quer dizer que até 13 de fevereiro ainda pode haver alterações antes da regulamentação final. Entretanto, de acordo com consultores financeiros e advogados ouvidos por ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO, se elas ocorrerem, não deverão mudar as premissas de maneira radical. Embora ainda não queiram se pronunciar oficialmente sobre a linha – justamente por ela não estar completamente definida –, os profissionais que acompanham o setor entendem que, para o proprietário, ainda é muito melhor, do ponto de vista financeiro, pagar materiais e mão de obra à vista. Para o caso de emergências, entretanto, a recomendação é comparar as taxas e, se possível, quitar no menor prazo.

Financiamento também cobre móveis?

A maior parte dos financiamentos se assemelha aos empréstimos tradicionais oferecidos pelos bancos. Mas as taxas de juros cobradas e as condições diferem. Alguns privilegiam os clientes que escolhem para suas compras bandeiras específicas de cartões: a linha do itaú unibanco, por exemplo, dá crédito para que seus correntistas comprem em lojas que tenham Mastercard débito. Além de material de construção e reforma, o montante também cobre itens de mobiliário e decoração. O Banco do Brasil privilegia os estabelecimentos afiliados à Cielo. Já o Santander leva em conta o valor do imóvel.

Exclusividade do imóvel é sinônimo de tranquilidade na negociação

23 mai

Para o presidente do CRECI, Oscar Hugo, a exclusividade possibilita às partes envolvidas segurança e a não desvalorização do imóvel.

A exclusividade do imóvel ainda é um assunto muito polêmico e debatido entre as partes envolvidas com a venda. De um lado, clientes que na tentativa (ou na ilusão) de obterem sucesso em vender o empreendimento, cadastram seus imóveis em várias imobiliárias, de forma que o primeiro a vender leva a comissão. De outro, corretores de imóveis, que em meio a um mercado acirrado, oferecem aos clientes imóveis que possivelmente, o cliente já tenha visto com outro profissional. Mas deixar o profissional trabalhando “no escuro”, sem a garantia de que somente ele será o responsável pela venda é a melhor solução? Para discutir as questões sobre a exclusividade do imóvel, entrevistamos o presidente do CRECI-GO, Oscar Hugo Monteiro Guimarães, que esclarecerá as principais dúvidas e vantagens sobre este procedimento.

Como o CRECI, enquanto órgão fiscalizador trata essa questão da exclusividade do imóvel? 
O CRECI tem a preocupação de verificar os anúncios publicados, tanto em jornais como em outros veículos de comunicação se estão devidamente autorizados pelo proprietário para a venda. Isso torna a negociação mais segura para o comprador como para o vendedor e permite ao corretor de imóveis fazer uma verificação de toda a documentação, cumprindo assim o que determina o Art. 723 do Código Civil, bem como a Lei 6.530 e Resolução Cofeci 458/95.

Como os clientes encaram atualmente esta questão da exclusividade? 
A grande maioria ainda tem aversão a esse tipo de acordo? Por quê? O proprietário do imóvel quando bem esclarecido pelo corretor não tem objeção de assinar o contrato de exclusividade para a venda do imóvel, pois ele vê o trabalho que vai ser desenvolvido, as parcerias que poderão ser feitas e a segurança que ele terá com esse contrato. Aqueles que têm aversão pela exclusividade, não sabem a responsabilidade e o empenho do profissional. Tudo depende do esclarecimento do corretor.

Quais as vantagens da exclusividade da venda do imóvel para o corretor de imóveis? E para os clientes? 
O proprietário, ao assinar a exclusividade, fica seguro no que se refere às visitas em seu imóvel, sabe que sempre terá um profissional acompanhando o cliente, tem ciência que o seu imóvel não será desvalorizado, e nem ocorrerá pregão com o seu patrimônio, sabe que as visitas serão agendadas, haverá uma pré-seleção dos clientes, a segurança de sua família ficará garantida, entre outros benefícios. O Corretor de Imóveis hoje é obrigado a orientar o comprador sobre a segurança e o risco do negócio, sob pena de responder por perdas e danos. Necessário se torna a exclusividade, para ele poder tirar todas as certidões, fazer uma análise documental e verificar tudo relacionado ao imóvel. Terá tranquilidade para negociar e dará segurança para as partes.

Que tipo de situações podem ser evitadas se o cliente optar pela exclusividade? 
Pregão do Imóvel e falsa impressão de muitas ofertas no mercado. O cliente terá maior segurança na negociação, dedicação e maior número de corretores conhecendo o imóvel, etc.

Fonte: Redimob

Lei que proíbe aluguel de vagas em condomínios entra em vigor

21 mai

Entrou em vigor neste domingo (20/05)  a lei 12.067, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no dia 4 de abril deste ano, que proíbe que vagas de garagens em condomínios sejam alugadas ou vendidas para pessoas que não moram no local. A lei vale para todo o território nacional.

O texto da lei altera o Código Civil, que afirma que apartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas podem ser alugados ou vendidos. A exceção passa a ser as vagas em garagem de condomínios. Prédios comerciais não entram na lei.

Porém, caso a convenção do condomínio permita o aluguel ou a venda, a lei não será aplicada no local. A lei foi proposta em 2003 pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Ela entra em vigor neste domingo, 45 dias após ser sancionada – foi vetada pela presidente a validação imediata do texto.

O novo texto da lei afirma: “as partes suscetíveis de utilização independente, tais como apartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas, com as respectivas frações ideais no solo e nas outras partes comuns, sujeitam-se a propriedade exclusiva, podendo ser alienadas e gravadas livremente por seus proprietários, exceto os abrigos para veículos, que não poderão ser alienados ou alugados a pessoas estranhas ao condomínio, salvo autorização expressa na convenção de condomínio”.

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16 mai

Veja as taxas de juro do crédito imobiliário

15 mai

Caixa continua com menores cobranças, mas cliente pode melhorar condições do empréstimo em qualquer banco se for correntista antigo ou possuir investimentos

Apesar do corte nas taxas de juros em diversas modalidades de crédito, feito por bancos do País desde o mês passado, a categoria habitacional ficou intocada em quase todos eles. Com exceção da Caixa Econômica Federal, que anunciou a queda nos juros imobiliários, de até 21%, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander ainda tratam com cautela essa questão.

De acordo com informações do Banco do Brasil, a instituição está sempre estudando alternativas para melhorar as condições do Crédito Imobiliário, mas com as alterações na remuneração da poupança, o assunto está em discussão, por enquanto. Hoje, entre as instituições citados acima, o banco possui uma das melhores taxas de juros para o financiamento de imóveis, perdendo apenas para a Caixa.

Para alguém que quer comprar imóvel residencial, com custo inferior a R$ 500 mil, valor que se encaixa dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), e pode dar uma entrada de cerca de 20% do total, a melhor taxa de juros possível do Banco do Brasil seria de 8,4% ao ano mais a TR (Taxa Referencial). Se o imóvel custar mais que R$ 150 mil, o percentual chega a 10% ao ano. Já o Bradesco oferece taxa de 8,9% ao ano, para o mesmo perfil até 10,5%, enquanto os mesmos números do HSBC estão entre 9,5% e 10,75% ao ano nas condições semelhantes.

Imóvel de até R$ 500 mil

Melhores taxas para quem pode dar entrada de cerca de 20%
Banco do Brasil 8,4% + TR
Bradesco 8,9% + TR
HSBC 9,5% + TR
Itaú Unibanco 11% + TR
Santander 11% + TR
Caixa 7,8% + TR

Os bancos Itaú e Santander trabalham com médias de juros de 11% ao ano em geral. O Itaú ainda oferece um tipo de crédito cuja taxa começa em 11,5% ao ano e passa a ser 10,35% após 36 meses de financiamento. Lembrando que a TR deve ser somada a todas as taxas, como foi explicado no exemplo do Banco do Brasil.

Para esse mesmo valor de imóvel, a Caixa cortou as taxas de juros de 10% ao ano para até 7,8% mais a TR, dependendo do grau de relacionamento do cliente com o banco. Esses novos percentuais passaram a valer no último dia 4 de maio.

Imóvel de R$ 500 mil ou mais
Melhores taxas para quem pode dar entrada de cerca de 20%
Banco do Brasil 11% + TR
Bradesco 11% + TR
HSBC 11% + TR
Itau Unibanco 11% + TR
Santander 11% + TR
Caixa 8,8% + TR

Quando o perfil muda, aumentando o valor do imóvel para mais de R$ 500 mil, as taxas também sobem. O Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander cobram juros de 11% ao ano mais a TR para financiamentos desse tipo. No HSBC é possível encontrar também uma outra linha, cujos juros chegam a 12,68% mais a TR, e o Itaú, assim como no perfil anterior, tem uma opção na qual os juros podem diminuir após 36 prestações.

Já a Caixa oferece juros de até 8,8% ao ano mais TR, taxa que antes da redução anunciada mês passado, era de 11%.

Além do Banco do Brasil, o HSBC também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, estar estudando possíveis alterações nas taxas para o futuro. Já o Bradesco, Itaú e Santander evitaram fazer qualquer tipo de previsão sobre os números.

Taxas variam de acordo com cliente

Um ponto importante na hora de escolher seu crédito imobiliário é que cada banco negocia uma taxa para um determinado tipo de cliente. Entre os itens que podem diminuir os juros de um financiamento estão:

- Ser cliente e receber salário no banco
- Possuir investimentos, títulos de capitalização realizar pagamentos no prazo na instituição
- Ter uma renda mais alta
- Buscar imóvel com valor mais baixo (menos de R$ 150 mil)

Os bancos também possuem uma cota máxima de comprometimento da renda do comprador para ser utilizada no pagamento das parcelas do crédito imobiliário. No geral, pode-se gastar 30% da renda líquida mensal da pessoa ou do casal, o que significa que se o seu salário é R$ 5 mil, apenas R$ 1,5 mil poderá ser revertido para pagamento das prestações. E o prazo máximo chega a 30 anos para quitar todo o valor.

Algumas instituições também oferecem taxas pós-fixadas, que não variam conforme a TR. Pode-se optar por pagar sempre o mesmo percentual de juros, porém ele costuma ser mais alto do que a taxa prefixada, com parcelas atualizáveis, como os exemplos acima. No entanto, o melhor é conversar com o gerente do banco para saber se esta é a melhor opção para o seu caso.

Tarifas extras

Mais um cuidado essencial para quem está querendo comprar um imóvel é verificar as outras taxas cobradas no financiamento, como os seguros, tarifas de avaliação e taxa de administração do contrato.

Os seguros MIP (morte e invalidez permanente do usuário) e DFI (danos físicos ao imóvel), por exemplo, têm custos que podem variar de acordo com a seguradora, idade do comprador e valor do imóvel. Na Caixa, para um imóvel de R$ 300 mil, o custo efetivo do seguro habitacional é de 4% ao ano. No Itaú, o percentual é de 3,8% ao ano em um imóvel de R$ 300 mil, para um comprador de 30 anos e renda de R$ 7 mil. No HSBC, com a Allianz como seguradora, o mesmo número é de 2%, segundo simulação de crédito feita no site do banco.

A recomendação dos bancos, caso a compra seja feita por um casal, é informar a maior idade entre os cônjuges.

As tarifas de avaliação dos bens recebidos em garantia também variam entre as instituições financeiras. No Bradesco, ela custa R$ 800. No Banco do Brasil sobe para um total de R$ 850. No Santander chega a R$ 990 e no Itaú R$ 1.215.

Já a taxa de administração do contrato é de R$ 25,00 ao mês na maioria dos bancos.

Portanto, deve-se ficar sempre atento ao CET (Custo Efetivo Total) dos financiamentos, percentual que embute tarifas, seguro e outros custos envolvendo o crédito naquela determinada situação e banco.

Os interessados em saber valores dos juros, CET entre outras despesas para algum caso específico, podem fazer simulações de crédito nos sites dos bancos. Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander possuem essa ferramenta on-line, permitindo que o comprador coloque sua idade, renda, valor do imóvel, entre outras informações, e apresenta um cálculo básico sobre os gastos e prestações a serem pagas.

Por: Thatiane Faria Barroso

Fonte: iG

A Plus Imóveis deseja um Feliz dia das Mães!

11 mai

Isenção de imposto sobre venda de imóveis é aprovada

10 mai

Quem vende um imóvel e utiliza o dinheiro para a compra de outro no prazo de um ano estará isento de imposto de renda incidente sobre eventuais ganhos obtidos nas transações, o chamado ganho de capital ou lucro imobiliário. Essa é a essência do relatório do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ao Projeto de Lei do Senado (PLS nº 21/2009), aprovado por unanimidade e em decisão terminativa nesta terça-feira (08/05) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados.

Ao duplicar o prazo atual de 180 dias para isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o senador Eduardo Suplicy explicou que os valores elevados dos imóveis residenciais e o número de pessoas envolvidas tornam a transação, em muitos casos, altamente complexa, não se resolvendo rapidamente. Aumentando o prazo de 180 dias para 365 dias, o mérito do projeto é garantir prazo necessário para que o vendedor do imóvel compre outro nesse período e fique isento do pagamento do imposto de renda sobre os valores.

Um exemplo comum ocorre quando uma pessoa compra um imóvel e depois que os filhos crescem decide vendê-lo. Pagou-se pela casa R$ 30 mil a vinte anos e vendeu por R$ 100 mil, o imposto apenas incidirá sobre a diferença, o ganho de capital de R$ 70 mil, desde que essa pessoa não adquira outro imóvel no período de 365 dias.

“Esse lucro auferido na venda não será tributado se a pessoa física adquirir outra casa em 365 dias e atende uma reivindicação antiga”, afirmou Suplicy.

Venha viver com todo charme e comodidade que você merece! Conheça a Granja Julieta

2 mai

De um lado o mundo urbano em toda a sua comodidade. De outro, um mundo tranqüilo e totalmente preservado. Assim é a Granja Julieta, um bairro pouco verticalizado, calmo e com muito verde, mas próximo aos principais centros de negócios e multinacionais de São Paulo.

Situa-se entre a Marginal Pinheiros, a Avenida Santo Amaro e Avenida João Dias. É uma bairro altamente valorizado, com muitas áreas verdes, sendo exclusivamente residencial (Z1). Uma das áreas verdes que podem ser destacadas, é o Parque Severo Gomes, dentro do qual há um córrego e muitas árvores nativas, inclusive muitas espécies da Mata Atlântica.

Se você se interessou pelo bairro, conheça essa belíssima exclusividade que a Plus traz especialmente para você!

O sonho do lazer e bem estar, transformados em oportunidade!

Sobrado, 4 suítes, sendo a suíte master com banheira vitoriana, sala de tv, sala de estar 2 ambientes, sala de jantar, Cozinha gourmet com cooktop em ilha integrada com as salas, grande varanda de frente para o Parque Severo Gomes, 4 vagas, 250m².

 

Mais informações:

Agência Alto da Boa Vista

(11) 5525-8833

Falar com: Juliana

Ref: AB114681

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